Corregedor do TSE rejeita mentiras da campanha de Flávio Bolsonaro em ação de censura
Corregedor do TSE rejeita mentiras da campanha de Flávio Bolsonaro em ação de censura
O corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, negou o pedido da campanha do senador do PL, candidato à presidência, para restringir o uso de estruturas sindicais em apoio à reeleição do presidente Lula. Ao analisar a relação de dirigentes sindicais apontados na ação, Cueva afirmou que ocupar um cargo no sindicato não significa ser responsável por eventual abuso eleitoral.
A ação foi apresentada por Flávio contra Lula, o vice-presidente Geraldo Alckmin e pessoalmente contra membros da sociedade civil organizada. A campanha de Flávio nomeou 54 dirigentes de movimentos sociais, entidades estudantis, centrais sindicais, confederações, federações, sindicatos, entre estes, ações de censura também contra o Sindicato dos Petroleiros do Estado de São Paulo.
O ministro rejeita o pedido, em meio a uma reação popular de rua, em defesa dos direitos da classe trabalhadora, com a aprovação do fim da escala 6×1 pelo Senado Federal. A corregedoria do TSE afirmou que é preciso analisar individualmente o conteúdo, pois a restrição nos termos pedidos poderia ter efeito inibidor indevido sobre as liberdades de expressão, associação e organização sindical, aproximando-se de censura prévia.

