FUP cobra garantias quanto à PLR e empresas do Sistema Petrobras solicitam recesso nas negociações
A federação cobrou das empresas informações e avanços práticos para os dois anos de vigência do acordo
Reunindo-se com o RH da Petrobrás e das subsidiárias para dar continuidade à negociação das remunerações variáveis, a direção da Federação Única dos Petroleiros (FUP) manifestou que não há possibilidade de fechar um acordo sem que estejam definidos os parâmetros da remuneração variável para o período completo (2026/2027). Situação que levou a Petrobrás e às demais empresas do sistema a solicitarem um recesso nas negociações para trabalhar as propostas e apresentar mais informações sobre os programas previstos para 2027.
No caso da Petrobras, a proposta apresentada permanece praticamente a mesma da rodada anterior, sem previsão de piso e com valores considerados muito abaixo do que vinha sendo praticado pela própria companhia. Além da holding, a FUP também cobrou situações específicas das subsidiárias, entre elas PBio, TBG e Fafen-PR.
Pelo que foi apresentado pelo conjunto das empresas, a direção da FUP sinalizou em mesa que não seria possível atender ao calendário proposto de assinar o acordo em outubro, pois ainda persistem pontos que precisariam ser resolvidos.
Recesso
A holding e as empresas do sistema solicitaram um recesso, gerando expectativas pelo aprofundamento das discussões até o retorno da mesa, e que esta seja antes da reunião do Conselho Deliberativo da FUP, que será na próxima quarta-feira (23).

